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Nuno Oliveira

Interpretação Historicamente Informada
Vocal Coaching
Baixo Contínuo

BIO 

Aos 6 anos começou a estudar piano na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa. Aos 9 anos ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional em Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Piano com a classificação final de 19 valores, tendo tido como mestres, as professoras Leonor Pulido e Melina Rebelo.

 

Actuou em vários locais do país e estrangeiro como pianista, cravista e organista, tendo dirigido vários agrupamentos. Em 1988, foi solista convidado para representar Portugal num concerto de jovens intérpretes realizado na Finlândia e transmitido pela RTP, tendo sido acompanhado pela Orquestra da Radiotelevisão Finlandesa, dirigida pelo conceituado maestro Jukka-Pekka Saraste. Colaborou com Orquestra e Coro Gulbenkian, Orquestra e Coro XXI, e Orquestra Metropolitana de Lisboa como cravista e/ou organista, onde actuou sob a direcção de Leonardo García Alarcón, Hans-Christoph Rademann, Nicholas Kraemer, Dinis Sousa, Nuno Coelho ou Cesário Costa. Colaborou como cravista com a OrquestrUtópica, em várias récitas e gravação ao vivo da Ópera “A Raínha Louca” de Alexandre Delgado.

 

Em 1988 obteve o segundo prémio no Concurso Nacional Maria Campina para piano, realizado no Algarve. Foi organista no Mosteiro de S. Vicente de Fora em Lisboa, entre 1987 a 1995.

 

Frequentou semanas e cursos de interpretação de música antiga, órgão, cravo, baixo contínuo e canto gregoriano, tendo trabalhado com Jacques Ogg, Enrico Onofri, Lucy van Dael, Menno van Delft, Bob van Asperen, Max van Egmond, António Duarte e Idalete Giga, entre outros.

 

De 1999 a 2001, estudou cravo com Jacques Ogg e baixo contínuo com Jan Kleinbussink no Conservatório Real de Haia, a convite do primeiro. De 2001 a 2003, estudou no Sweelinck Conservatorium em Amsterdam, tendo frequentado as classes de cravo de Bob van Asperen e de baixo contínuo de Menno van Delft.

 

Em 2015 fundou o AVRES SERVA, agrupamento destinado à execução de música antiga em interpretações historicamente informadas e que se estreou no Ciclo de Música do Convento dos Capuchos nesse mesmo ano. De entre os vários concertos realizados, salienta-se a participação nos Dias da Música 2018, onde foram interpretadas duas cantatas de Bach, numa primeira execução em Portugal com instrumentos, 'pitch' e temperamento históricos.