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Sofia COsme

Flauta Traverso (Transversal Barroca)

Sofia Cosme é flautista, e toca flauta transversal moderna e flauta transversal barroca (Traverso). Formou-se em flauta transversal, primeiro na Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa), depois na Escola Superior de Música de Lisboa.

 

Foi bolseira do Instituto Politécnico de Lisboa para participar no programa Erasmus, realizando parte dos seus estudos no Conservatório Real de Bruxelas, em 1998, onde estudou flauta com Carlos Brunel e onde assistiu também (ouvinte) a várias aulas públicas do grande flautista barroco Barthold Kuijken. Concluiu em 2013 o curso profissionalizante de Mestrado em Ensino da Música – com especialidade em Flauta Transversal – na Academia Nacional Superior de Orquestra em parceria com a Universidade Lusíada, com o prof. Nuno Inácio.

 

Em 2015 terminou também uma segunda Licenciatura, desta vez em Música Antiga – especialização em Traverso - na Escola Superior de Música de Lisboa (com o Prof. Pedro Couto Soares) e em 2017 concluíu o curso de Mestrado em Interpretação Artística, Música Antiga (Traverso) na ESMAE (Porto) com o prof. Olavo Barros.

Participou como executante em cursos e Masterclasses com pedagogos de renome tais como Trevor Wye, William Bennett, Patrick Gallois, Istvan Matuz, Herbert Weissberg e Jaime Martin – flauta - e Laura Pontecorvo, Marc Hantai, Peter Holtslag, Tommaso Rossi e Wilbert Hazelzet – traverso - entre outros.

Depois de terminar os seus primeiros estudos, viveu entre 1999 e 2001 na Malásia, trabalhando na Orquestra Sinfónica Nacional desse país, onde também lecionou flauta e música de câmara em várias instituições de ensino, em Kuala Lumpur e em Penang. Foi músico convidado na Malaysian Philharmonic Orchestra, Penang State Symphony Orchestra (com a qual tocou como solista numa tourné à Austrália) e Kuala Lumpur Symphony Orchestra.

Foi professora de flauta em diversas escolas e conservatórios, trabalhando de momento no Conservatório de Música da Metropolitana (desde 2002), no Colégio St. Julian’s School (desde 2003) e no Instituto de Música Vitorino Matono (desde 2013). Em paralelo, tem colaborado com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Algarve (Orquestra Clássica do Sul) e a Orquestra Metropolitana de Lisboa como músico convidado, tendo também já tocado com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e Orquestra do Norte (flauta transversal), assim como com o Ensemble Arabesco, os Músicos do Tejo e Concerto Ibérico (traverso).

 

Faz parte do grupo de música de câmara Ars Eloquentia (música do séc. XVIII com instrumentos da época), com quem tem concertos frequentemente.